Kits Visuais

KITREFILTIPORANGEANÁLISEMÉTODO
K-7511R-7511CHEMets0-20 ppbComparação VisualRhodazine DTM
K-7540R-7540CHEMets0-40 ppbComparação VisualRhodazine DTM
K-7599R-7540CHEMets0-100 ppbComparação VisualRhodazine DTM
K-7518R-7518CHEMets5-180 ppbComparação VisualRhodazine DTM
K-7501R-7501CHEMets0-1 ppmComparação VisualRhodazine DTM
K-7512R-7512CHEMets1-12 ppmComparação VisualIndigo Carmine

Kits Fotométricos

KITTIPORANGEANÁLISEMÉTODO
K-7503Vacu-vials0.20-2.00 ppmFotométricaIndigo Carmine
K-7513Vacu-vials2.0-15.0 ppmFotométricaIndigo Carmine
I-2002Fotômetro SAM Chemetrics2.0-15.0 ppmFotométricaIndigo Carmine

Oxigênio Dissolvido

Método: Indigo Carmine (ranges em ppm)

Referências: ASTM D 888-87, Colorimetric Indigo Carmine, Test Method A.  Gilbert, T.W., Behymer, T.D., Castañeda, H.B., “Determination od Dissolved Oxygen in Natural and Watewaters”, American Laboratory, March 1982, pp. 119-134.

Os Kits para água potável e aplicações industriais (ranges de ppm) empregam o método Indigo Carmine. A forma reduzida do Indigo Carmine reage com o oxigênio dissolvido para formar um produto de cor azul. O método Indigo Carmine não sofre interferências de temperatura, salinidade ou gases dissolvidos, tal como o sulfeto, que infernizam os usuários de medidores de OD. Os resultados são expressos em ppm (mg/l) O2..

 

Método: Rhodazine DTM (ranges em ppb)

Referências: Desenvolvido pela Chemetrics. ASTM D 5543-09, Low Level Dissolved Oxygen in Water. ASTM Power Plant Manual, 1st ed. p. 169 (1984).

Os kits CHEMets para oxigênio dissolvido (OD) em ranges de ppb empregam o método Rhodazine DTM. O OD reage com a forma leuco levemente amarelada do reagente Rhodazine DTM produzindo uma coloração rósea. A intensidade da cor rosa resultante está relacionada com a concentração de OD na amostra inicial. Os resultados são expressos em (mg/l) O2. Este método não sofre interferências de temperatura, salinidade ou de outros gases dissolvidos.

 

O nível de oxigênio dissolvido em águas naturais é, com freqüência, uma indicação direta de qualidade, uma vez que plantas aquáticas produzem oxigênio enquanto microorganismos geralmente o consomem ao alimentarem-se de poluentes. A solubilidade de oxigênio aumenta a baixas temperaturas a tal ponto em que, no inverno, em regiões muito frias, concentrações de 20 ppm podem ser encontradas em águas naturais cujos pontos de saturação, no verão, podem ser tão baixos quanto 4 ppm. O oxigênio dissolvido é essencial para a subsistência de peixes e outras vidas aquáticas e auxilia na decomposição natural da matéria orgânica. Estações de tratamento que usam digestão aeróbia devem manter um nível de pelo menos 2 ppm de oxigênio dissolvido, que é usualmente atingido por algum método de aeração mecânica.

A temperaturas elevadas o oxigênio é altamente corrosivo para os metais, causando “pitting” em ligas ferrosas usadas na fabricação de caldeiras, sistemas de resfriamento e equipamentos da indústria petrolífera. Para prevenir este tipo de corrosão, que causa grandes prejuízos financeiros, os líquidos em contato com as superfícies metálicas devem ser tratados, usualmente, por uma combinação de métodos físicos e químicos. A desaeração pode reduzir o teor de oxigênio dissolvido da água de alimentação da uma caldeira de várias ppm para algumas ppb. Agentes químicos redutores, tais como a hidrazina e o sulfeto de sódio, são muitas vezes usados em substituição à desaeração, mas, ainda com maior freqüência, são usados para reagirem com o oxigênio dissolvido residual que sobra do processo de desaeração.