Programas de controle

Os responsáveis por coletividade podem contar com nossos serviços especializados para controlar a qualidade da água consumida pelos que estão sob sua direção.

A Precision Labs possui técnicos treinados e estrutura dedicada exclusivamente a esse atendimento.

Estamos aptos a elaborar um programa de controle personalizado para suas instalações, definindo sua abrangência, a frequência de coletas, a metodologia de análise e os critérios para a adoção de medidas preventivas ou corretivas.

O programa é definido após avaliação das fontes de água utilizadas, do sistema de distribuição e dos pontos de consumo.


Nossos serviços incluem:


• Avaliação das instalações e proposta do programa de controle
• Coletas periódicas de amostras por técnicos especializados
• Análises laboratoriais bacteriológicas e físico-químicas
• Emissão de laudos analí­ticos interpretativos
• Assessoria para a tomada de medidas corretivas

Padrões de potabilidade

Os padrões de potabilidade especificam quais devem ser os resultados das análises.

A água será considerada potável quando os valores encontrados nas análises estiverem dentro dos limites especificados, caso contrário a água não será considerada potável.

Os padrões de potabilidade utilizados oficialmente são os da Portaria nº 518 de 25 de março de 2004, do Ministério da Saúde e a NTA 60 - Águas de Consumo Alimentar - Decreto Estadual nº 12.486 de 20/10/78.

Caracterização de Resíduos

A caracterização de resíduos sólidos consiste em determinar suas principais características físico-química, qualitativa e/ou quantitativamente. A caracterização deve ser feita por profissionais seguindo os procedimentos de coleta, transporte e análises laboratoriais para que sejam feitos testes específicos. As análises são baseadas nas NBR 10.004, 10.005 e 10.006.

Os resultados analíticos são utilizados para a classificação do resíduo e auxiliam na melhor destinação do mesmo. Segue abaixo as tabelas com todos os parâmetros:

 Documento sem título

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 Óleos e Graxas Minerais (%)

 SM21 5520 F

 NBR 10.004 - Parâmetros na Massa Bruta

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 Característica de corrosividade

 ABNT NBR 10004:2004

 Característica de inflamabilidade

 ABNT NBR 10004:2004

 Característica de patogenicidade

 ABNT NBR 10004:2004

 Caracterísitca de reatividade

 ABNT NBR 10004:2004

 Caracterísitca de toxicidade

 ABNT NBR 10004:2004

 Cianetos (HCN liberável)

 USEPA 9010C/9014

 Estado físico

 Definição (nota)

 Líquidos Livres

 NBR 12988

 Material gera gases, vapores ou fumos tóxicos

 ABNT NBR 10004:2004

 Material instável

 ABNT NBR 10004:2004

 Material reage violentamente com a água

 ABNT NBR 10004:2004

 pH em água (1:1)

 EPA 9045 D

 Presença de substâncias listadas no anexo C (avaliada pelas informações de pré-caracterização).

 ABNT NBR 10004:2004

 Presença suspeita de microorganismos ou toxinas (informação de pré-caracterização).

 ABNT NBR 10004:2004

 Sulfeto (como H2S liberável)

 USEPA 9030B / 9034

 Teste de inflamabilidade

 ABNT NBR 10004:2004

 NBR 10.005 - Lixiviado - Dados de Preparo

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 Massa do resíduo extr. lix composto não-voláteis

 NBR 10.005

 Massa do resíduo extr. lix composto voláteis

 NBR 10.005

 Massa extrator - extr. lix composto não-voláteis

 NBR 10.005

 Massa extrator - extr. lix composto voláteis

 NBR 10.005

 pH após a Adição do Ácido

 NBR 10.005

 pH Final do Extrato Lixiviado

 NBR 10.005

 pH para a escolha da solução extratora

 NBR 10.005

 Solução de Extração

 NBR 10.005

 Tempo de Lixiviação

 NBR 10.005

 Teor de Sólidos Secos (%)

 NBR 10.005

 Teor de Sólidos Suspensos

 NBR 10.005

 Volume de Lixiviado Obtido

 NBR 10.005

 NBR 10.005 - Lixiviado - Parâmetros Inorgânicos

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 Arsênio

 SM21 3120 B

 Bário

 SM21 3120 B

 Cádmio

 SM21 3111 B

 Chumbo

 SM21 3111 B

 Cromo Total

 SM21 3111 B

 Fluoretos

 SM21 4500 - FC

 Mercúrio

 EPA 7470 A

 Prata

 SM21 3111 B

 Selênio

 SM21 3120 B

 NBR 10.005 - Lixiviado - Parâmetros Orgânicos

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 1,1 - Dicloroetileno

 EPA 8260 B

 1,2 - Dicloroetano

 EPA 8260 B

 1,4 - Diclorobenzeno

 EPA 8260 B

 2,4,5 - T

 EPA 8270 D

 2,4,5 - TP

 EPA 8270 D

 2,4,5 - Triclorofenol

 EPA 8270 D

 2,4,6 - Triclorofenol

 EPA 8270 D

 2,4 - D

 EPA 8270 D

 2,4 - Dinitrotolueno

 EPA 8270 D

 Aldrin e Dieldrin

 EPA 8270 D

 Benzeno

 EPA 8260 B

 Benzo(a)pireno

 EPA 8270 D

 Clordano (isômeros)

 EPA 8270 D

 Cloreto de vinila

 EPA 8260 B

 Clorobenzeno

 EPA 8260 B

 Clorofórmio

 EPA 8260 B

 Cresol Total

 EPA 8270 D

 DDT (pp-DDT + p,p-DDE + p,p-DDD)

 EPA 8270 D

 Endrin

 EPA 8270 D

 Heptacloro e seu epóxido

 EPA 8270 D

 Hexaclorobenzeno

 EPA 8270 D

 Hexaclorobutadieno

 EPA 8260 B

 Hexacloroetano

 EPA 8270 D

 Lindano (g BHC)

 EPA 8270 D

 m-Cresol

 EPA 8270 D

 Metiletilcetona

 EPA 8260 B

 Metoxicloro

 EPA 8270 D

 Nitrobenzeno

 EPA 8270 D

 o-Cresol

 EPA 8270 D

 p-Cresol

 EPA 8270 D

 Pentaclorofenol

 EPA 8270 D

 Piridina

 EPA 8260 B

 Tetracloreto de Carbono

 EPA 8260 B

 Tetracloroetileno

 EPA 8260 B

 Toxafeno

 EPA 8270 D

 Tricloroetileno

 EPA 8260 B

 NBR 10.006 - Solubilizado - Dados de Preparo

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 pH Final do Extrato Solubilizado

 NBR 10005

 Teor de Umidade (%)

 NBR 10005

 NBR 10.006 - Solubilizado - Parâmetros Inorgânicos

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 Alumínio

 SM21 3120 B

 Arsênio

 SM21 3120 B

 Bário

 SM21 3111 B

 Cádmio

 SM21 3111 B

 Chumbo

 SM21 3111 B

 Cianetos

 SM21 4500 - FC

 Cloretos

 SM21 4500 - Cl- D

 Cobre

 SM21 2120 B

 Cromo Total

 SM21 3120 B

 Ferro

 SM21 3120 B

 Fluoretos

 SM21 4500-F - C

 Manganês

 SM21 3120 B

 Mercúrio

 EPA 7470 A

 Nitrato (como N)

 SM21 4500 - NO-3 F

 Prata

 SM21 3120 B

 Selênio

 SM21 3113 B

 Sódio

 SM21 3120 B

 Sulfato (expresso como SO4)

 SM21 4500 - SO-24 E

 Surfactantes

 SM21 5540 C

 Zinco

 SM21 3120 B

 NBR 10.006 - Solubilizado - Parâmetros Orgânicos

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 2,4,5 - T

 EPA 8270 D

 2,4,5 -TP

 EPA 8270 D

 2,4 - D

 EPA 8270 D

 Aldrin e Dieldrin

 EPA 8270 D

 Clordano (isômeros)

 EPA 8270 D

 DDT (isômeros)

 EPA 8270 D

 Endrin

 EPA 8270 D

 Fenóis Totais

 EPA 9065

 Heptacloro e seu epóxido

 EPA 8270 D

 Hexaclorobenzeno

 EPA 8270 D

 Lindano (g BHC)

 EPA 8270 D

 Metoxicloro

 EPA 8270 D

 Toxafeno

 EPA 8270 D

 NBR 10.004 - Resíduos Sólidos (Classificação)

 PARÂMETRO

 MÉTODO ANALÍTICO

 Fenol

 EPA 420.1

 Teor de Sólidos

 SM21 2540 B

Monitoramento de Efluentes

Decreto Estadual 8468/76 aprovou o regulamento da Lei 997/76  que dispõe sobre a prevenção e controle da poluição do meio ambiente. Em sua Seção II são definidos os padrões de emissão dos efluentes líquidos.

A emissão de efluentes líquidos representa uma importante fonte de contaminação dos corpos aquáticos. Por essa razão o monitoramento tornou-se necessário e vem sendo cada vez mais controlado pelos Órgãos Ambientais. O primeiro passo para o monitoramento é a análise do efluente.  Os parâmetros mais solicitados são os regidos pelos Artigos 18 e 19A. Abaixo apresentaremos os parâmetros por artigo:

 Documento sem título

 ARTIGO 18 – DECRETO 8468/76

 PARÂMETROS

 UNIDADE

 VMP (1)

 pH

 -

 5,0 a 9,0

 Temperatura

 °C

 40

 Materiais Sedimentáveis

 ml/L

 1,0

 Substância Solúvel em Hexana

 mg/L

 100

 DBO

 mg/L

 60

 Arsênio

 mg/L

 0,2

 Bário

 mg/L

 5,0

 Boro

 mg/L

 5,0

 Cádmio

 mg/L

 0,2

 Chumbo

 mg/L

 0,5

 Cianeto

 mg/L

 0,2

 Cobre

 mg/L

 1,0

 Cromo Hexavalente

 mg/L

 0,1

 Cromo Total

 mg/L

 5,0

 Estanho

 mg/L

 4,0

 Fenol

 mg/L

 0,5

 Ferro Solúvel

 mg/L

 15,0

 Fluoretos

 mg/L

 10,0

 Manganês Solúvel

 mg/L

 1,0

 Mercúrio

 mg/L

 0,01

 Níquel

 mg/L

 2,0

 Prata

 mg/L

 0,02

 Selênio

 mg/L

 0,02

 Zinco

 mg/L

 5,0

Notas:

(1) Valor máximo permitido.

Obs.: A soma: arsênio, cádmio, chumbo, cobre, mercúrio, prata, selênio, cromo total, zinco, estanho e níquel não poderá passar de 5,0 ml/ L.

 Documento sem título

 ARTIGO 19A – DECRETO 8468/76

 PARÂMETROS

 UNIDADE

 VMP (1)

 pH

 -

 6,0 a 10,0

 Temperatura

 °C

 40

 Materiais Sedimentáveis

 ml/L

 20,0

 Ausência de Óleos e Graxas Visíveis

 mg/L

 150

 Ausência de Solvente, Gasolina ...

 -

 -

 Arsênio

 mg/L

 1,5

 Cádmio

 mg/L

 1,5

 Chumbo

 mg/L

 1,5

 Cianeto

 mg/L

 0,2

 Cobre

 mg/L

 1,5

 Cromo Hexavalente

 mg/L

 1,5

 Cromo Total

 mg/L

 5,0

 Estanho

 mg/L

 4,0

 Fenol

 mg/L

 5,0

 Ferro Solúvel

 mg/L

 15,0

 Fluoreto

 mg/L

 10,0

 Mercúrio

 mg/L

 1,5

 Níquel

 mg/L

 2,0

 Prata

 mg/L

 1,5

 Selênio

 mg/L

 1,5

 Sulfato

 mg/L

 1000

 Sulfeto

 mg/L

 1,0

 Zinco

 mg/L

 5,0

Notas:

(1) Valor máximo permitido.

Obs.: A soma: arsênio, cádmio, chumbo, cobre, cromo hexavalente, cromo total, estanho, mercúrio, níquel, prata, selênio, zinco não poderá passar de 5,0 ml/ L.

Potabilidade da Água

 

 

 

  • POTABILIDADE DA ÁGUA

Verificar a potabilidade da água significa analisá-la para saber se o consumo é seguro, ou seja, se a ingestão da água pode ou não trazer riscos à saúde do consumidor. Toda água destinada ao consumo humano deve obedecer aos padrões de qualidade estabelecidos na Portaria 2914 do Ministério da Saúde. Veja o arquivo da Portaria 2914 em PDF.

Segundo a Portaria 2914 a verificação da potabilidade é dividida em classes de análises, sendo as mais freqüentes as análises físico-químicas da Tabela de padrão de potabilidade para substâncias químicas que representam risco à saúde (Anexo VII) e as análises bacteriológicas do da Tabela de padrão microbiológico da água para consumo humano (Anexo I).

A análise bacteriológica identifica possíveis infestações por microrganismos através da análise de indicadores como o E.Coli e os Coliformes Totais:

 

Análise Bacteriológica / Anexo I – Portaria 2914

Tabela de padrão microbiológico da água para consumo humano

 

 Documento sem título

 Parâmetro

 VMP(1)

 Água para consumo humano(2)

 Escherichia coli ou coliformes
  termotolerantes(3)

 Ausência em 100ml

 Água na saída do tratamento

 Coliformes totais

 Ausência em 100ml

 Água tratada no sistema de distribuição (reservatórios e rede)

 Escherichia coli ou coliformes  termotolerantes(3)

 Ausência em 100ml

 Coliformes totais

 Sistemas que analisam 40 ou mais amostras por mês: Ausência em 100ml em 95%  das amostras examinadas no mês.

 Sistemas que analisam menos de 40 amostras por mês: Apenas uma amostra  poderá apresentar mensalmente resultado positivo em 100ml.

Notas:

(1) valor máximo permitido.

(2) água para consumo humano em toda e qualquer situação, incluindo fontes

individuais como poços, minas, nascentes, dentre outras.

(3) a detecção de Escherichia coli deve ser preferencialmente adotada.

 

Análises periódicas irão garantir a sanidade da água proveniente da rede hidráulica, poço ou fonte servindo, também, para indicar o momento propício para limpeza das caixas d'água.

A Precision Labs possui técnicos treinados e estrutura dedicada exclusivamente a esse atendimento. Estamos aptos a elaborar um programa de controle personalizado para suas instalações, definindo sua abrangência, a freqüência de coletas, os parâmetros analíticos, a metodologia de análise e os critérios para a adoção de medidas preventivas ou corretivas. O programa é definido após avaliação das fontes de água utilizadas, do sistema de distribuição e dos pontos de consumo.

Seguimos rigorosamente a legislação vigente e as normas técnicas aplicáveis, atendendo as exigências da Vigilância Sanitária.

 

  • CONTAGEM DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS

 

Fonte: Norma CETESB L5.201 - Bactérias Heterotróficas - Contagem em Placas

 

COMO CONTROLAR A QUALIDADE DA ÁGUA?

O controle de qualidade microbiológica da água é usualmente realizado através da pesquisa de bactérias do grupo coliforme, cuja presença evidencia o risco da existência de organismos patogênicos. Além disto, é de fundamental importância que se mantenha sob controle a população bacteriana geral da água.

 

POR QUE CONTROLAR A POPULAÇÃO BACTERIANA GERAL DA ÁGUA?

Densidades muito elevadas de microrganismos podem determinar a deterioração da qualidade da água, com o desenvolvimento de odores e sabores desagradáveis e a produção de limo ou películas.

Este controle é bastante eficiente para avaliar as condições higiênicas da rede de distribuição e dos reservatórios d’água.

 

ALTAS DENSIDADES BACTERIANAS REPRESENTAM ALGUM RISCO À SAÚDE?

Densidades bacterianas elevadas podem representar um risco à saúde dos consumidores, pois embora a maioria das bactérias da flora normal da água não seja considerada patogênica, algumas delas podem agir como patógenos oportunistas.

Altas densidades bacterianas em águas potáveis podem incluir gêneros como Pseudomonas e Flavobacterium, que podem constituir risco à saúde de pacientes debilitados em hospitais, creches, berçários, casas de repouso, etc.

 

ALTAS DENSIDADES BACTERIANAS AFETAM OS RESULTADOS DE ANÁLISE?

Alguns microrganismos, quando presentes em números elevados, podem impedir a detecção de coliformes, seja devido à produção de fatores inibidores, seja por um crescimento mais intenso, sobrepujando uma menor população de coliformes. Tem sido evidenciada a ação inibidora de Pseudomonas, Micrococcus, Flavobacterium, Proteus, Bacillus, Actinomyces e leveduras.

 

POR QUE A CONTAMINAÇÃO FECAL É PERIGOSA?

Porque a presença de microrganismos patogênicos graves está associada à contaminação fecal da água, que se torna, nesse caso, um veículo de transmissão de doenças.

 

O QUE É UM INDICADOR?

É um grupo de microrganismos de significado higiênico e sanitário que, uma vez detectados como presentes na água, INDICAM uma possível contaminação por patógenos, ou seja, bactérias de grave risco à saúde do consumidor. Quando o indicador é analisado como ausente a água é considerada potável.

 

POR QUE SÃO UTILIZADOS OS INDICADORES?

Porque a pesquisa específica de vários microrganismos patogênicos na água requer procedimentos complexos, demorados e de alto custo para a obtenção de resultados. A pesquisa do indicador é mais rápida e econômica.

 

POR QUE ANALISAR O GRUPO COLIFORME?

 

As bactérias do grupo coliforme constituem o indicador de contaminação mais utilizado em todo o mundo, sendo empregadas como parâmetro bacteriológico básico na definição de padrões de qualidade das águas destinadas ao consumo humano.

 

POR QUE FAZER A CONTAGEM DE BACTÉRIAS HETEROTRÓFICAS?

Para avaliar as condições sanitárias do sistema de distribuição de água. Uma contagem alta de heterotróficas indica a necessidade de manutenção no sistema, através de limpeza e desinfecção.

 

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